Baralho República (1889-1919)

Este baralho contempla o período entre a Proclamação da República (15/11/1889) e o ano de 1919. Muitos dos personagens deste período já mantinham grande influência na cidade no período Imperial. Neste tempo a cidade santista sofre uma de suas maiores transformações, em função das riquezas proporcionadas pelo café. São seus personagens principais:

::::::::: ALBERTO SOUSA :::::::::

Jornalista, escritor, autor da famosa obra “Os Andradas”, Alberto Sousa protagonizou grandes situações políticas, principalmente no tocante às críticas contra o engenheiro sanitarista Saturnino de Brito.

::::::::: ANTONIO DUARTE MOREIRA :::::::::

Empresário, foi o dono da primeira frota de táxis da cidade, o que o levou a instalar a primeira bomba de gasolina no Gonzaga. O equipamento, inovador, foi o primeiro a ser instalado na América do Sul. Conhecido como A.D. Moreira, ele criou uma das lojas mais tradicionais da cidade, vendendo de carros a eletrodomésticos.

::::::::: BELMIRO RIBEIRO :::::::::

Foi o segundo prefeito municipal de Santos eleito pelo voto popular. Cidadão de profunda integração na vida social, política e administrativa da cidade, prestou importantes serviços ao bairro que levou seu nome, a Vila Belmiro.

::::::::: BENEDICTO CALIXTO :::::::::

Benedito Calixto de Jesus, nasceu em Itanhaém em 14 de outubro de 1853. É considerado um dos maiores expoentes da pintura brasileira do início do século XX. Mostrou seus dotes artísticos desde muito jovem como autodidata. Estudou em escolas de arte em São Paulo. Em Santos, teve seu talento reconhecido pela elite local, levando a Associação Comercial a patrocinar seus estudos na Académie Julien, em Paris. Grande parte de suas obras eram compostas por pinturas de cenas e personalidades históricas, painéis decorativos. Teve a cidade de Santos como uma de suas maiores inspirações. Fazia minuciosos estudos históricos para realizar suas obras. Foi nomeado professor para as aulas de desenho na Associação Instrutiva José Bonifácio e no Liceu Feminino Santista. Faleceu a 31 de maio de 1927 na cidade de São Paulo.

::::::::: CARLOS AFFONSECA :::::::::

Cidadão português, foi vereador e presidente da Câmara Municipal de Santos em 1911 e 1912, sendo reeleito para o biênio seguinte. Exerceu ainda o cargo de prefeito municipal, tomando posse a 15 de janeiro de 1914 e renunciando em 1º de dezembro de 1916, por ter sido promovido na serventia do Cartório do 5º Ofício, do qual foi o primeiro titular. Desempenhou também as funções de delegado de polícia e foi comerciante de café. Prestou importantes serviços à Sociedade Portuguesa de Beneficência, da qual se tornou diretor e grande benemérito, bem como do Clube XV. 

::::::::: CARVALHO DE MENDONÇA :::::::::

Viveu a maior parte de sua vida em Santos, tendo sido nomeado presidente do primeiro Conselho de Intendência do Município, que funcionou de 19 de fevereiro de 1890 a 18 de fevereiro de 1891. Foi juiz de Direito da Comarca, um dos fundadores e presidente da Associação Protetora da Infância Desvalida (Asilo de Órfãos) e por muitos anos advogado da Companhia Docas de Santos.

::::::::: GASTÃO BOUSQUET :::::::::

Escritor, autor teatral, jornalista e poeta, Gastão Raul de Forton Bousquet, ou Gastão Bousquet, nasceu em Santos em 1870, sendo filho do Dr. Alexandre Bousquet, cônsul da França em Santos e médico de muito conceito e reconhecido valor. Iniciou seus estudos em Santos e logo aos 16 anos ingressou nas lutas da imprensa, no último período das duas campanhas, abolicionista e republicana, principalmente ao lado dos moços da Bohemia Abolicionista. É do final desta época, 1887, a fundação, por ele e Alberto Sousa, da Revista, folha literária e republicana. Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1889, logo após a proclamação da República, onde fez parte da redação do Diário de Notícias, às ordens de Rui Barbosa, sendo, logo após, redator dos jornais cariocas O Tempo e O País, neste sob a chefia de Quintino Bocaiúva. Passou em seguida para a Cidade do Rio, onde pontificava José do Patrocínio, seu diretor, de quem se tornou íntimo e grande amigo, merecendo as maiores atenções do notável brasileiro. Gastão ainda voltou à sua terra, em 1901, entrando para a redação do Diário de Santos, em que permaneceu poucos meses, retornando à capital do país, onde, durante 17 anos, foi um dos vultos principais da imprensa. Nos seus últimos anos foi redator do Correio da Manhã e correspondente da A Platéa, de São Paulo, cargos que ocupava quando morreu.

::::::::: JACINTO, O SANSÃO DO CAIS :::::::::

Uma das figuras mais interessantes da história santista, Jacinto foi um estivador que ficou famoso por se exibir aos fotógrafos do início do século 20 carregando cinco sacas de café nas costas (cerca de 300 kg). Sua biografia oficial é praticamente desconhecida. Sabe-se apenas que seu nome era Jacinto, e a alcunha “Sansão do Cais”. Há quem diga que ele era português da Ilha da Madeira e que morrera de tuberculose em cerca de 1915. Em 2011, o jornalista Sergio Willians lançou um romance histórico baseado na vida de Jacinto.

::::::::: JOÃO ÉBOLI :::::::::

O médico italiano Giovanni Vincenzo Francesco Éboli, conhecido em terras santistas somente como “João Éboli”, foi, além de homem dedicado à medicina, um grandioso empreendedor para Santos, investindo sua energia e recursos financeiros em atividades ligadas ao setor bancário, transporte público, produção de papel e como pioneiro na introdução de energia elétrica na cidade. Nasceu em 1853, no sul da Itália. Em setembro de 1876, partiu para o Brasil, a bordo do navio francês Savoie. Em terras brasileiras, Giovanni, já tendo seu nome adaptado para “João”, decidiu se colocar à disposição do Império seus préstimos profissionais para tratar, gratuitamente, os imigrantes que chegavam ao pais. E a porta de entrada principal deste contingente se situava na cidade de Santos, local do qual se fixa em 1833. Logo arrumou função no quadro médico da Santa Casa de Misericórdia, onde somou esforços no atendimento à população santista, que sofria com as epidemias de febre amarela e varíola. Com o passar dos anos, ele foi se inserindo na sociedade local e passou a atuar, também, como voluntário em entidades como a Sociedade Humanitária dos Empregados do Comércio (onde atuava ao lado de Silvério Fontes) e o Asilo de Órfãos de Santos. Sabendo da notícia do desmanche do simbólico Outeiro de Santa Catarina, local onde o fundador da Vila de Santos, Braz Cubas, lançara as bases da futura cidade portuária, nos idos de 1546, negociar e adquire o terreno. Éboli desejava ter algo que o remetesse à infância e à lembrança das velhas edificações medievais da região de Salerno. Por isso, construiu a famosa casa acastelada sob as últimas rochas do Outeiro, construção que existe até hoje. O médico italiano também atuou intensamente na causa abolicionista. Corria na cidade a história que o médico abrigava escravos fugidos na parte baixa de sua casa.

::::::::: JOSÉ CABALLERO :::::::::

Foi um dos grandes comerciantes espanhóis em Santos. Nasceu em 1840, em Vigo e veio para Santos ainda criança. Com menos de trinta anos, se estabeleceu no ramo comercial, com sua casa de calçados, na rua Antonina, atual 15 de novembro, no número 19. Passou a vender também couros, arreios e diversos objetos de montaria. Mas foi em 1876 que inaugurou a famosa Casa de Banhos José Caballero, a segunda do gênero em Santos. Além de Casa de Banhos, era também um comércio de bebidas importante na cidade. Em maio de 1886, tendo tirado na loteria de Montevidéu o montante de 50.000 pesos, fez doações para amigos, para pessoas necessitadas e também para algumas instituições, dentre elas as três associações espanholas existentes na cidade, a Santa Casa de Misericórdia de Santos, Sociedade Portuguesa de Beneficência, Sociedade Emancipadora 27 de fevereiro, Sociedade Humanitária dos Empregados do Comércio e Sociedade Auxiliadora da Instrução. 

::::::::: LUIZ DE MATTOS :::::::::

Seu nome todo era Luiz José de Moraes Mattos Chaves Lavrador, mas assinava, apenas Luiz de Mattos. Nascido em Portugal em 1860, radicou-se no Brasil com a família quando tinha 14 anos de idade.  Dotado de grande inteligência e espírito empreendedor, já aos 23 anos tornava-se próspero homem de negócios, como grande comerciante de café na cidade de Santos. Fundou várias companhias, dentre elas uma estrada de ferro e o Banco de Santos. Frequentou o espiritismo kardecista, e teve a intuição de reformá-lo, pois o julgava ser demasiadamente religioso e pouco científico ou racional. Junto com Luiz Alves Thomaz, foi o fundador da filosofia espiritualista Racionalismo Cristão no ano de 1910. Inaugurando no Rio de Janeiro, em 1912, a sua sede, o Centro Espírita Redentor, onde até hoje são explanados os princípios da sua doutrina. Quatro anos depois, em 1916, fundou o jornal “A Razão”, de circulação nacional. Colaborou por muitos anos para estudos na área da ciência espírita, vindo a escrever grandes obras literárias. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 15 de janeiro de 1926. 

::::::::: MANUEL GALEÃO CARVALHAL :::::::::

Manoel Galeão Carvalhal foi prefeito de Santos em duas oportunidades (1905-1906 e 1916-1917). Em recenseamento da Cidade datado de 31/12/1913 era relacionado como vereador à Câmara de Santos.

::::::::: MIMI ALFAYA :::::::::

Wladimir Alfaya, nasceu em Santos em 23 de dezembro de 1879, filho do Comendador João Manoel Alfaya Rodrigues e Isa Deolinda de Assis Alfaya, família da elite santista. Desde cedo apresentou seus dotes artísticos. Frequentou a Academia de Belas Artes de Paris. Em Santos, foi um dos redatores da revista Santos Illustrado, de cunho crítico e humorístico. Colaborou para o jornal “Diário de Santos” e para a Revista Illustrada. Foi também representante da Revista da Semana, em Santos. Exerceu o cargo de professor de desenho no Liceu Feminino Santista e na Associação Instrutiva José Bonifácio. Mantinha a Casa Rembrandt, bem frequentada tipografia situada à rua XV de Novembro, 80. Faleceu a 11 de agosto de 1913, em Santos.

::::::::: MANOEL NASCIMENTO :::::::::

Manoel Vicente Nascimento junior nasceu no Ceará, na cidade de Arati, em 1876. Em 1899 soube, por colegas e pela imprensa, que em Santos estava sendo vendido, em hasta pública, todo o acervo da oficina do jornal “Tribuna do Povo”. cuja propriedade era do jornalismo Olimpico Lima, que havia falecido há pouco tempo. Com a ajuda financeira do pai, Nascimento veio até Santos e adquiriu tofdo o maquinário do tradicional jornal santista. Em pouco tempo abria as portas e circulava com um novo nome: A Tribuna. Com um incrivel tino administrativo, fez o jornal prosperar. Como jornalista, sabia que o fundamental era cercar-se de grandes nomes, escritores de fino talento, para que pudesse destacar-se no mercado. Colocou o jornal A Tribuna como um dos grandes defensores dos interesses de Santos. Foi sogro de Giusfredo Santini, a quem adotou como filho e responsável por conduzir seu negócio pelas décadas que vieram após sua morte, em 29 de maio de 1959.

::::::::: NICOLAU VERGUEIRO :::::::::

Nicolau José de Campos Vergueiro era filho do senador Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, figura influente do 2º Império Brasileiro. Foi feito Barão a 19 de julho de 1879 e Visconde de Vergueiro, a 31 de dezembro de 1880. Foi o primeiro presidente da Associação Comercial de Santos e responsável pela reforma da Estrada da Maioridade, na década de 1860. Ao término das melhorias, ela ficou conhecida como “Estrada do Vergueiro” (atual Estrada Velha de Santos). Nicolau Vergueiro investiu muito em Santos e foi um dos principais empresários a bancar a construção do Teatro Guarany.

::::::::: OLYMPIO LIMA :::::::::

Maranhense Olympio Lima deixou um enorme rastro de amigos leais e desafetos raivosos. Por defender seus princípios abertamente, chegou a ser preso, sofrer atentado com tiro e ter seu mandato de vereador cassado. Foi o criador do Jornal Tribuna do Povo, em 1894 (que daria origem ao jornal A Tribuna). Por duas vezes, teve de entregar seu jornal para pagar dívidas. A última e conclusiva aconteceu em 19 de julho de 1899, quando foi obrigado a vendê-lo para o coronel Manoel Monjardim. Desgostoso, Lima volta ao Maranhão, mas retorna poucos meses depois, decidido a retomar sua folha, reclamando na justiça que fora “roubado” na negociação. No entanto, perde a causa. Por alguns anos, o maranhense intelectual, como o chamava o historiador Francisco Martins dos Santos, conduziu sua nova-velha folha, com o mesmo espírito contestador da Tribuna do Povo. Em 10 de setembro de 1906, Olympio resolveu investir na capital paulista, onde arrendou o jornal “O Comércio de São Paulo”. De lá, tomava conta dos dois jornais. O ritmo intenso de trabalho, porém, não lhe fora benéfico. Bastante exausto, ele teria decidido viajar para o Rio de Janeiro para tratar de uma velha enfermidade cardíaca, e se internou na Casa de Saúde São Sebastião, onde veio a falecer em 4 de outubro de 1907, aos 45 anos de idade.

::::::::: ROBERTO SIMONSEN :::::::::

Era filho de Sidney Martin Simonsen e Robertina da Gama Cochrane, esta descendente de uma família pertencente à nobreza escocesa. Começou a sua educação primária em Santos, no Colégio Tarquínio da Silva, e depois foi para o Colégio Anglo-Brasileiro, em São Paulo. Mais tarde, ingressou na Escola Politécnica de São Paulo (hoje, integrante da Universidade de São Paulo), formando-se engenheiro civil. Após formado, começou a trabalhar na companhia ferroviária Southern Brazil Railway (Ferrovia do Sul do Brasil). Logo, saiu para ocupar por 2 anos a diretoria-geral de obras na prefeitura de Santos. Ali, foi também engenheiro-chefe da Comissão de Melhoramentos de Santos. No ano seguinte, fundou a Companhia Construtora de Santos, fato que foi o início de seu ofício de empresário.

Em 1919 iniciou-se na diplomacia, integrando missões comerciais. Graças à sua amizade com o ministro da Guerra Pandiá Calógeras do governo Epitácio Pessoa (1919-1922), a sua companhia executou a construção de quartéis para o Exército em diversos estados do país. Participou ativamente do Movimento Constitucionalista paulista, em 1932, em resistência ao golpe de estado desferido por Getúlio Vargas e outros na Revolução de 1930. Integrou o movimento intelectual pela fundação da primeira escola superior que ofereceria sociologia e política no Brasil, a atual Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), onde lecionou história econômica do Brasil, atividade que o levou a publicar alguns trabalhos acadêmicos sobre o tema.

Em 1933 ingressou na política, sendo eleito deputado constituinte por São Paulo; exerceu o mandato de deputado federal na legislatura de 1933 a 1937. Quando o país voltou ao regime democrático, após a II Guerra Mundial, elegeu-se senador, cargo que ocupava quando faleceu. Era, ainda, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e integrante do conselho superior da FESPSP. Sua atividade empresarial continuava, como presidente da Companhia Construtora de São Paulo e da Cerâmica São Caetano.

::::::::: SATURNINO DE BRITO :::::::::

Francisco Saturnino Rodrigues de Brito, nasceu em Campos, estado do Rio de Janeiro, em 14 de julho de 1974. Formou-se em engenharia, pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Como engenheiro sanitarista, integrou a Comissão de Saneamento do Estado de São Paulo, onde organizou projetos de saneamento de cidades paulistas e fluminenses. Saturnino de Brito, foi o responsável por elaborar e levar a cabo um ousado plano de saneamento da cidade de Santos, iniciado em 1906. Seu projeto previa a construção de canais, que drenavam as águas pluviais, danos fim a enorme incidência de epidemias que assolavam a cidade e prejudicavam o movimento do porto.

::::::::: SILVA JARDIM :::::::::

Antônio da Silva Jardim, nasceu em Capivari, Rio de Janeiro, em 18 de agosto de 1860. Ainda como estudante secundarista no Rio, já escreve artigos polêmicos nos jornais estudantis em que tece críticas ao governo monárquico. Em 1877 ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Logo se adere aos republicanos e inicia uma fase de grande produção jornalística em que prega ideias abolicionistas e republicanas. Depois de formado, passa a advogar, sobretudo, pelas causas de escravos. Muda-se para Santos para assumir o escritório de seu sogro. Ministrava palestras e fazia comícios exaltados em favor da república de tal forma que conseguia inflamar e arregimentar multidões com sua fala. Seus comícios são transcritos em jornais de várias províncias, fazendo com que Silva Jardim tenha projeção nacional. Contudo ao chegar a República, percebe que as causas pelas quais lutava, não estaria na pauta de mudança do novo regime, Silva Jardim se retira da vida pública decepcionado e desgostoso. Faleceu em 1 de julho de 1891 em um acidente trágico na cratera do vulcão Vesúvio, na cidade de Pompeia.

::::::::: VASCONCELLOS TAVARES :::::::::

Carlos Augusto Vasconcellos Tavares nasceu em 3 de agosto de 1842 no Rio de Janeiro. Recebeu o título de “Coronel Honorário do Exército” por sua participação na Guerra do Paraguai. Chegando em Santos estabeleceu-se no comércio atacadista da cidade. Exerceu o cargo de juiz Associando-se ao Partido Municipal Republicano, foi eleito vereador em 1904 e logo em 1906 foi nomeado Intendente Municipal, em época de intensa transformação urbanística da cidade, da qual foi um grande colaborador. Saiu vitorioso na primeira eleição direta para o governo municipal, tornando-se assim, o último Intendente nomeado e o primeiro Prefeito eleito por voto popular da cidade de Santos. Um dos fundadores do Asilo de Mendicidade e benemérito do Asilo de Órfãos de Santos e da Santa Casa de Misericórdia. Faleceu em 17 de março de 1913 na cidade de Itu, onde fazia tratamento de saúde, sendo sepultado em Santos.

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